domingo, 8 de dezembro de 2013



Deficiência visual

Cursista: ELI FURTADO DOS ANJOS

Turma: T29a                  

Data: 08/12/13



Atividade: Descrição e Audiodescrição

 Segundo "(Graciela Pozzobon e Lara Pozzobon), a audiodescrição se constitui da seguinte forma:

“O recurso consiste na descrição clara e objetiva de todas as informações que compreendemos visualmente e que não estão contidas nos diálogos, como, por exemplo, expressões faciais e corporais que comuniquem algo, informações sobre o ambiente, figurinos, efeitos especiais, mudanças de tempo e espaço, além da leitura de créditos, títulos e qualquer informação escrita na tela. A audiodescrição permite que o usuário receba a informação contida na imagem ao mesmo tempo em que esta aparece, possibilitando que a pessoa desfrute integralmente da obra, seguindo a trama e captando a subjetividade da narrativa, da mesma forma que alguém que enxerga. As descrições acontecem nos espaços entre os diálogos e nas pausas entre as informações sonoras do filme ou espetáculo, nunca se sobrepondo ao conteúdo sonoro relevante, de forma que a informação audiodescrita se harmoniza com os sons do filme.”

    Trata-se de uma faixa narrativa adicional para os cegos e deficientes visuais consumidores de meios de comunicação visual, onde se incluem a televisão e o cinema, a dança, a ópera e as artes visuais. Consiste num narrador que fala durante a apresentação, descrevendo o que está a acontecer no ecrã durante as pausas naturais do audio e por vezes durante diálogos, quando considerado necessário.

    Para as artes performativas (teatro, dança, ópera) e para os meios de comunicação (televisão, cinema e DVD), a descrição é uma forma de tradução audiovisual, usando as pausas naturais no diálogo ou entre elementos sonoros cruciais para inserir a narrativa, que traduz a imagem visual de uma forma que a torna acessível a milhões de indivíduos que de outro modo não teriam um acesso pleno à televisão e ao cinema.

     Em museus ou em exposições de artes visuais, visitas com audiodescrição (ou em circuitos concebidos universalmente que incluem descrição ou a extensão dos atuais programas gravados em áudio ou em vídeo) são utilizados para proporcionar acesso aos visitantes que são cegos ou possuem uma visão reduzida. Professores ou guias podem ser instruídos no sentido de utilizar a audiodescrição nas suas apresentações. A audiodescrição de eventos desportivos está a tornar-se cada vez mais comum, especialmente em estádios de futebol.

   Investigadores estão a trabalhar no sentido de demonstrar como a descrição, através do uso de variadas escolhas de palavras, sinônimos, metáforas e comparações, beneficia não só as crianças que são invisuais e/ou com dificuldade de aprendizagem, mas poderá também impulsionar a literacia para todas as crianças.

   “A audiodescrição é uma tecnologia assistiva que busca suprir a lacuna deixada pela comunicação visual, para aqueles que dela não conseguem tirar proveito”. No atual estado da arte dos meios de comunicação, não há dúvidas de que a ausência da audiodescrição cria uma situação de desconforto. Inúmeros são os momentos em que sentimos falta de um detalhamento do que está acontecendo. Seja na televisão, teatro, cinema ou mesmo nas descrições de gráficos e figuras de um livro, ou imagens de uma página da internet, ela é fundamental para a participação efetiva das pessoas com deficiência na interação com a sociedade.

     "Sugiro como proposta pedagógica de Audiodescrição o Filme:

O reino do Chocolate – AUDIODESCRIÇÃO- A história de um planeta onde pessoas de cores diferentes não podem se misturar.
Descrição: 5 estrelas (1 avaliações)Descrição: 5 estrelas (1 avaliações)Descrição: 5 estrelas (1 avaliações)Descrição: 5 estrelas (1 avaliações)Descrição: 5 estrelas (1 avaliações)

REFERENCIAL




"(Graciela Pozzobon e Lara Pozzobon- www.audiodescricao.com.br)




quarta-feira, 23 de outubro de 2013



Jogos e /ou atividades que poderão favorecer o desenvolvimento e a aprendizagem do aluno com deficiência intelectual.

 Módulo: Deficiência Intelectual
 Cursista: Eli Furtado dos Anjos
 Turma: 129ª

Segundo (Richeter apud Brougere 1998, p.65), eduquem as crianças pelas crianças. A entrada na sala de jogos é, para elas, a do mundo, e é a troca com seus pares que desenvolve suas forças intelectuais.
Nesta perspectiva o trabalho com o lúdico é de extrema importância, pois desperta o interesse do discente pelo aprender de forma prazerosa.
Jogos que favorecem o desenvolvimento intelectual 
      Bingos
     Estimula a atenção e concentração.

Descrição: Cartelas de papelão ou cartolina, gravuras de animais ou outras no mesmo campo semântico, régua, caneta pelikan.

Sugestão para aplicabilidade: O professor entrega a cartela ao aluno e marcadores, pode ser sementes ou outro objeto que sirva para marcar o professor vai citando o nome do animal e o aluno vai identificando o nome colocando a semente em cima do nome citado.



Nesse jogo o professor do AEE pode trabalhar não somente a palavra como também poderá explorar os conceitos de atenção e concentração dos alunos com Deficiência Intelectual em consonância com o nível da turma.
O fazer pedagógico através da ludicidade tanto na sala de AEE quanto nas salas comuns é de extrema importância, considerando que brincando também se aprende, e pertinente a esse recurso à criança não só aprende ler e escrever, mas outras habilidades são instigadas e que perpassam para toda existência.
O professor consciente do seu compromisso com a educação deve ter coerência dos suportes metodológicos que precisará para oferecer uma educação que aguce nos alunos o sentimento de interesse, participação, motivação favorável ao desenvolvimento da aprendizagem de todos. 
Pois de acordo com Paour, se proporcionada uma intervenção educacional adequada, as crianças com DI podem construir os instrumentos cognitivos indispensáveis para funcionarem ao nível das operações concretas.

REFERÊNCIA:

Richeter apud Brougere 1998, p.65
VIEIRA, Rita. Deficiência Intelectual: Cognição e leitura.

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terça-feira, 20 de agosto de 2013


AEE-ELI FURTADO-FECHAMENTO
           As leis que regulamentam a Educação Especial em especial o decreto nº 7.611/11, ressalta em seu texto a garantia de um sistema educacional inclusivo, em todos os níveis sem discriminação e com base na igualdade de oportunidades; de um aprendizado ao longo de toda a vida; da não exclusão do sistema educacional geral sob alegação de deficiência; da oferta de educação especial preferencialmente na rede regular de ensino; e outras.
           É ainda objeto do decreto o atendimento educacional especializado que deverá prover condições de acesso, participação e aprendizagem no ensino regular e garantir serviços de apoio especializados de acordo com as necessidades individuais dos estudantes, entre outras determinações
 
       Segundo Lefevre e também citado por Camargo (1994, pg 17) e diz:
       Desde o nascimento, o cérebro infantil está em constante evolução através de sua inter-relação com o meio.
 
        A criança percebe o mundo pelos sentidos, age sobre ele, e esta interação se modifica durante a evolução, entendo melhor, pensando de modo mais complexo, comportando-se de maneira mais adequada, com maior precisão práxica, à medida que domina seu corpo. 
       A partir dessas concepções  é possível entender o importante papel do professor do AEE, pois o aluno num ambiente favorável com inúmeras possibilidades de aprendizagens, ele age sobre ele, e evolui através das oportunidades e mecanismos que lhes são disponibilizados, nessa perspectiva, a partir do prognóstico e levantamento das informações esse profissional terá condições de entender melhor o aluno, as necessidades e potencialidades específicas de cada um, e fazer um acompanhamento contundente de intervenções significativas no processo de construção do conhecimento do aluno do AEE, juntamente com as demais pessoas envolvidas.
 
     E considerando que o papel do professor do atendimento Especializado está diretamente vinculado com todas as instâncias da escola, pois envolve o trabalho da direção, equipe pedagógica, os professores, a família e principalmente os alunos. O seu papel é desenvolver um trabalho colaborativo, acompanhando o desenvolvimento acadêmico do aluno na classe comum. É ser um facilitador no processo pedagógico, na instituição escolar, apoiando os professores que tem na sala comum alunos com necessidades educacionais especiais. Ele deve participar da elaboração do projeto político pedagógico juntamente com os demais profissionais da comunidade escolar.
 
     É imprescindível que o professor do AEE tenha um Planejamento Pedagógico diário e individualizado, mais do que fazem os professores da sala comum. O seu papel é ir além do conhecimento teórico, pois é necessário percepção e sensibilidade para identificar as necessidades dos alunos e professores, ele tem que se manter sempre atualizado pesquisando fontes de informações.  Ele deverá elaborar o cronograma de atendimento individualizado, de acordo com o desenvolvimento acadêmico de cada aluno. E concomitantemente deverá produzir materiais didáticos acessíveis de acordo com cada deficiência trabalhada, nesse sentido, identificando a necessidade educacional dos alunos através da avaliação, bem como elaborar o relato do estudo de caso, para acontecer o desenvolvimento do trabalho na SRM, para posteriormente, dar início a elaboração do Plano de AEE com metodologias e estratégias diferenciadas para cada aluno.
      Notoriamente de acordo com o supracitado, a elaboração e a execução do Plano de AEE serão elaboradas a partir do Estudo de Caso, eis a sua relevância, pois contém dados coletados em articulação com os professores da sala comum e demais pessoas envolvidas na vida do aluno. É impossível elaborar um Plano de AEE sem um estudo de caso, eles estão interligados e são pilares para o desenvolvimento dos envolvidos na educação Especial.
       O Plano do AEE, por sua vez é um documento de extrema relevância para que a escola juntamente com a família acompanhe a trajetória percorrida pelo aluno. Nele deve conter estratégias funcionais visando alternativas que potencialize o cognitivo, o emocional, o motor e o social do aluno. O Plano deve ser elaborado a partir das informações contidas no estudo do caso e no relatório da avaliação, onde contém o contexto escolar do aluno.

quinta-feira, 23 de maio de 2013



PESQUISA SOBRE EDUCAÇÃO ESPECIAL COM O RESPECTIVO RESUMO.
 
Em minhas pesquisas sobre o Ensino Especial, encontrei um site que fala a respeito da “Educação Especial e a Educação Inclusiva no cenário brasileiro: contextualização do problema”, o texto é de Cristina Maria Carvalho Delou e nos mostra que discutir as questões da Educação Especial e da Educação Inclusiva no cenário brasileiro atual é tarefa complexa, mas necessária, tendo em vista as inúmeras vertentes que a temática vem assumindo, nos diferentes contextos em que o problema é tratado e até mesmo nos contextos em que não é tratado. Convido a todos para visitar o site e ler a respeito do conceito do ensino especial, da educação especial na escola, da Educação Especial como modalidade de educação escolar e os movimentos que vem ocorrendo para a educação inclusiva. Tenho certeza que vai ser uma leitura enriquecedora.
 
http://www2.videolivraria.com.br/pdfs/10091.pdf


Perspectivas e desafios.
Cursista: Eli Furtado dos Anjos
Município: Cutias – AP
Data: 12/05/2013
As expectativas, anseios, curiosidades pertinentes as possibilidades de novos conhecimentos, partilhas de experiências atreladas a realidade de cada participante inspira euforias. Mas paralelo a tudo isso, ora enfatizado, depara-se com realidades de difícil acesso, incluindo a falta de acessibilidade dos equipamentos tecnológicos escassos nas escolas das zonas rurais, ocasionando o acúmulo de atividades, que a maioria das vezes contribuem para o elevado índice de evasão nos cursos à distância.
Apesar do avanço significativo destes cursos no Brasil, espera-se que as adversidades vividas pelos educadores que moram em áreas rurais, sejam superadas e, todos possam ter oportunidades e as ferramentas necessárias para prosseguir aproveitando essas novas possibilidades e alternativas de crescimento intelectual. Através das aulas , muitas dúvidas vivenciadas no contexto escolar vão sendo superadas, pois, os conteúdos, atividades e as experiências compartilhadas em grupos nortearão as práticas educativas inerentes ao AEE.
O intercâmbio de ideias e ampliação do conhecimento se faz necessário, e este espaço conquistado garantirá há muitos educadores a continuidade de sua formação e, contribuirá principalmente para aqueles que estão distantes do acesso as informações e dos aparatos que dispõem os professores dos municípios privilegiados destes recursos..
 
Comentários sobre vídeos

Nos vídeos Help Desk e Rafinha 2.0, pode-se perceber que a tecnologia é mostrada nos dois, porém tecnologias diferentes e em épocas totalmente distantes uma da outra, no entanto percebe-se que se trata de inovações. No vídeo Help Desk, por exemplo, vemos que o livro foi uma tecnologia surgida na Idade Média e que trouxe dúvidas e receios no que para as pessoas da época era algo totalmente inovador, mas que certamente viria para a melhoria e o beneficio de todos, pois tornaria a leitura mais rápida e o manuseio do mesmo mais dinâmico o que para os dias atuais é algo totalmente normal, já que hoje em dia até uma criança manuseia um livro naturalmente, assim foi quando surgiu o computador, o celular, os vídeos games e tantos mais que nos trouxe dúvidas a respeito de sua utilidade e manuseio, mas o homem se propõem a novas descobertas e evolui junto a elas, pois assim é a humanidade que vive em constante mudança e transformação em busca do novo. No segundo vídeo, vemos que para muitos essa relação com a tecnologia é mais fácil e isso ocorre pelo fato de que muitos já nascem em volto a todas essas inovações e crescem acompanhando todo esse processo evolutivo como se tudo isso já fizesse parte de sua vida de maneira natural, afinal de contas, hoje em dia, até uma criança sabe manusear claramente tais ferramentas tecnológicas por estarem presentes em sua vida, já que cada vez mais a tecnologia invade nossas vidas fazendo parte de nosso cotidiano.